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BB1 - A Criatividade ao serviço da liberdade de movimento PDF Versão para impressão

A Peugeot revela no salão de Frankfurt, o concept BB1, que vem agitar os códigos convencionais e as actuais fronteiras automóveis, ao oferecer uma resposta inédita às necessidades de mobilidade urbana de hoje e do futuro. Capaz de acolher 4 pessoas em apenas 2,50 m de comprimento, o concept BB1, veículo 100% eléctrico, reinventa o automóvel em todas as suas dimensões: arquitectura, estilo, concepção interior, condução e conectividade, respeitando ao máximo o seu ambiente. Carregando valores de liberdade, de optimismo e, mesmo, de “altruísmo”, o concept BB1 constitui a promessa de uma nova experiência de condução.

 

Num mundo de movimento, onde o tráfico urbano se densifica, onde cada um procura ganhar tempo e onde o ambiente se tornou, mais do que nunca, uma prioridade, os gabinetes de estudo rivalizam em engenho para imaginar múltiplas soluções orientadas para o futuro. Para responder a estas expectativas, a Peugeot desenvolveu uma oferta de mobilidade de uma grande riqueza. Cada indivíduo, em função da sua idade e das necessidades do momento, pode encontrar uma resposta adequada nas gamas de bicicletas, de motociclos ou de automóveis da marca do Leão. A reflexão permanente e partilhada sobre as soluções de mobilidade conduziram as diferentes entidades responsáveis por estas gamas a cruzar os seus conhecimentos e a sua criatividade para dar origem a projectos particularmente originais. Com efeito, a Peugeot pretende continuar a ser um agente da mobilidade global e durável, com uma oferta inventiva, responsável e competitiva em duas, três ou quatro rodas.


O concept BB1, revelado no 63º Salão de Frankfurt, concretiza este caminho, agitando as fronteiras entre estas categorias e propondo sempre um prazer de condução renovado, expressividade, estilo… Este veículo eléctrico ambiciona explorar novos territórios automóvel, para uma nova mobilidade urbana.

 

 

 




· Um «rendimento de arquitectura» inédito

 

O caderno de encargos do BB1 consistia em fazer face a todas as situações que se colocam actualmente no quotidiano das cidades e, em consequência, propor um máximo de capacidade de transformação, de dimensões compactas, de vivacidade e de maneabilidade (3,50 m de raio de viragem). Para alcançar estes objectivos, as equipas da Peugeot lançaram-se num verdadeiro desafio nunca antes enfrentado na história automóvel: transportar 4 pessoas em 2,50 m de comprimento. Esta habitabilidade recorde permite potencialmente uma grande capacidade de carga, apesar das dimensões compactas que fazem deste automóvel um «passe-partout» e lhe conferem a faculdade de se estacionar num espaço mínimo, até mesmo perpendicularmente ao passeio.


Para responder a este desafio, a organização do habitáculo inspira-se, em termos de ergonomia, no universo das duas rodas: o condutor assume os comandos do automóvel adaptando uma nova posição de condução, mais vertical, o que se torna possível, nomeadamente, pela ausência do conjunto de pedais no piso. O passageiro traseiro senta-se atrás do condutor. Do lado direito os passageiros da frente e de trás adoptam a mesma posição. É graças a esta configuração inédita para um veículo de 4 rodas que o BB1 permite um tal nível de “rendimento de arquitectura”. O acesso dos ocupantes é facilitado pela abertura invertida das portas, enquanto que o acesso à bagageira é realizado através de uma porta traseira e de um «hobby». O interior pode transformar-se segundo as necessidades para oferecer um volume de carga de 160 l (com 4 ocupantes) a 855 l (apenas com uma pessoa a bordo).

 

 

· Um estilo em ruptura


O estilo do veículo evidencia o volume interior e a ergonomia de condução. Com linhas projectadas para a frente, deixando transparecer as superfícies vidradas,
portas recortadas (para o sistema de ventilação do habitáculo) e volumes das cavas de roda muito gráficos, a viatura traduz também, no exterior, a ideia de “ruptura” relativamente aos universos automóvel até agora conhecidos. Robusto e protector, o conjunto é tratado, em todos os detalhes, de forma muito
qualitativa e tecnológica, à imagem dos faróis dianteiros «full led», cada um dos quais integra, na sua extremidade, uma câmara de visão para a retaguarda. O
tejadilho apresenta uma dupla saliência que, tal como no RCZ, contribui para a habitabilidade traseira do automóvel.


· Uma conectividade intuitiva


Para além da abertura sobre o mundo exterior induzida pelas grandes superfícies vidradas, o BB1 joga também ao máximo a carta da interactividade tecnológica. O ecrã a cores e o sistema de áudio transcrevem as funcionalidades do «smartphone» de cada um: telefonia, navegação, acesso à Internet, rádio, mp3 …
basta ligar o aparelho à tomada USB ou, se necessário, à tomada de 12V. Universal e intuitivo, este sistema permite ao BB1 concentrar-se no essencial, sem equipamentos supérfluos, em linha com uma nova serenidade de condução, mas também com os objectivos de ganho de peso. Do mesmo modo, as câmaras de visão para a retaguarda permitem, através da supressão dos retrovisores, optimizar a largura do automóvel, contribuindo para o ambiente High Tech do interior.

 

 

· Um veículo ecologicamente virtuoso …
… pela sua motorização eléctrica original


O BB1 é também criativo pelo seu modo de propulsão eléctrica. Com efeito, este concept é equipado com conjuntos motores-rodas na traseira, estudados com a
Michelin. Esta implantação original permite maximizar o volume interior. Inspirando-se na regulamentação dos quadriciclos, a potência total debitada não ultrapassa os 15 kW (20 cv), ou seja, 7,5 kW por motor, uma potência óptima tendo em conta o peso do veículo e o seu carácter urbano.

Estas características permitem-lhe uma reactividade de primeira ordem no arranque (0 a 30 km/h em 2,8 segundos) e um bom nível de recuperações (30 a 60 km/h em 4 segundos), com vantagens para um prazer e uma segurança de condução que são caros à Marca.
As baterias, de tipo iões de lítio, debitam uma potência imediatamente disponível e permitem uma autonomia confortável de 120 km. Cada um dos dois packs de baterias fornece energia a um dos dois motores, encontrando-se alojado sob os blocos dos assentos direito e esquerdo, o que evita qualquer impacto sobre a habitabilidade e o espaço para arrumação de objectos. Além disso, esta implantação entre os eixos de rodas dianteiro e traseiro melhora a centragem das massas do veículo, com benefício para a sua estabilidade, designadamente aquando de travagens fortes.

 

 

… pela sua estrutura inovadora e leve


Os engenheiros da Marca foram ao ponto de reinventar a forma de conceber um automóvel. O BB1 tem por base um chassis tubular, especificamente realizado com a Peugeot Motocycles, que integra o conjunto das ligações ao solo: a direcção eléctrica, os trens rolantes (duplos triângulos dianteiros e traseiros), os conjuntos mola-amortecedor… para lhe conferir um comportamento em estrada de acordo com as performances do veículo, com a sua vocação urbana e com um prazer de condução e uma segurança activa dignas de um Peugeot.


A carroçaria é composta por uma célula muito leve em carbono, concebida essencialmente para assegurar a estanquecidade do habitáculo, o que abre perspectivas potenciais em matéria de personalização, ou até mesmo de diversidade de silhuetas …
O peso do veículo, incluindo as baterias, não ultrapassa os 600 kg, o que permite dimensionar o conjunto dos seus órgãos mecânicos de acordo com as estritas necessidades e entrar no círculo virtuoso do ganho de peso.

 

 

… pelo seu conceito altruísta


Graças à sua propulsão eléctrica, o BB1 é, por excelência, um veículo respeitador do ambiente, uma vez que não emite qualquer ruído agressivo para o exterior e,
sobretudo, qualquer emissão poluente, por não consumir combustível fóssil. Mas esta responsabilidade ecológica não se limita às fases de circulação. Com
efeito, na paragem, graças à presença de células fotovoltaicas no tejadilho, a ventilação do habitáculo funciona em permanência desde que haja luz. Este facto
permite duas funcionalidades: uma pré-ventilação do interior e, graças à utilização de filtros de elevada capacidade e com carvão activo, a captura de
partículas poluentes e de poeiras ultra finas (da ordem do mícron).

 

 

… pela utilização de células foto voltaicas de nova geração


As células fotovoltaicas do BB1 utilizam uma tecnologia de nova geração estudada em parceria com a fundação Ocean Vital. Macias (o que permite a sua aplicação em superfícies tão complexas como o tejadilho duplamente arqueado do BB1), permitem um elevado rendimento, na ordem de 16% de energia recuperada (o que representa um claro progresso face aos sistemas actuais) para alimentar alguns equipamentos do automóvel. A Fundação Ocean Vital, criada pelo navegador Raphaël Dinelli, trabalha para o desenvolvimento de novas tecnologias limpas, com a finalidade de preservar os recursos naturais e o ambiente. No quadro deste projecto BB1, a Peugeot e a Ocean Vital assinaram uma convenção para apoiar a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias no domínio das energias renováveis e encorajar, deste modo, o desenvolvimento de fileiras na pesquisa e na indústria da “economia verde” em França.

 

 

· A história continua…


A designação «BB1» não é a única referência à história da Marca e aos modelos «Bébés Peugeot» de 1905 e 1912… Um concept de automóvel ultra compacto, leve e eléctrico… leva-nos a recordar o Peugeot VLV. Construído entre 1941 e 1945 num total de 377 exemplares, este modelo permitia prover a algumas necessidades quotidianas em pleno período de restrição da 2a guerra mundial. Uma prova de que a Peugeot soube sempre criar e adaptar a sua oferta de mobilidade em função das épocas e das necessidades.

 
Peugeot 4007 com caixa de dupla embraiagem PDF Versão para impressão

O Peugeot 4007 será o primeiro veículo do grupo PSA a beneficiar de uma caixa de velocidades de dupla embraiagem. Chega este mês aos principais mercados.

Peugeot 4007- Interior
 
Peugeot 4007 DCS6 2.2 HDi FAP 156cv
 
Chamada de Dual Clutch System (DCS), a caixa robotizada tem dupla embraiagem e seis velocidades. Como na DSG da Volkswagen, uma das embraiagens está encarregue das relações impares (1ª, 3ª e 5ª) e a outra das relações pares (2ª, 4ª e 6ª). A  Peugeot anuncia que o controlo electrónico permite antecipar a mudança de velocidade e iniciar hidraulicamente, em apenas algumas fracções de segundo uma das duas embraiagem que funcionam em paralelo sem conversor de binário. Assim, há sempre uma velocidade pré-engrenada e fazer a transição de uma velocidade para outra leva apenas alguns décimos de segundo, facto que aumenta o agrado da condução: Passagem de velocidades rápida, suave e sem interrupção de binário.
 
A caixa DCS6 permite duas formas de utilização: Modo automático, com dois programas operacionais (Drive ou Sport) e modo Semi-automático seqüencial.
Esta nova transmissão será acoplada somente com o HDi 2.2 de 156cv que tem um consumo de 7,3 l/100 km em ciclo combinado, ou 192 g / km de CO2 em ciclo combinado.
 
Há ligeiras alterações no interior: novos acabamentos cromados no painel de instrumentos e controlos do ar condicionado além de um novo interface gráfico do ecrã multi-funções.
 
 
 
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Peugeot iOn, o eléctrico urbano. PDF Versão para impressão

Peugeot apresenta no Salão Internacional de Frankfurt a sua visão dos veículos movidos a energia eléctrica, o iOn  que deverá estar à venda no final de 2010.

 

Conduzir um modelo cem por cento eléctrico pode estar mais perto do que pensávamos. Assim afirma a Peugeot, que anunciou que a produção em massa do iOn, um urbano eléctrico que promete 130 km  de autonomia através do uso de baterias iões de lítio. Estas baterias são recarregadas completamente em seis horas usando uma convencional tomada de 220 V, mas é possível carregar a 80 por cento da capacidade em apenas meia hora.

 

O iOn é um citadino de 3,48 metros de comprimento e 5 portas que tem capacidade para transportar quatro passageiros. A potência máxima é de 64 cv e o torque máximo de 18,3 kgm. Atinge uma velocidade máxima de 130 km / h.

 

O iOn terá um elemento Peugeot chamado "caixa de comunicação localizada" que permite a chamada de emergência em caso de acidente e o estado do veiculo.
 
 
i-MiEV o seu eu irmão gémeo
O iOn é um resultado da aliança entre a Peugeot e Mitsubishi.  O lançamento no Japão é para as mesmas datas, em finais de 2010



 

 
Grupo PSA quer aliança com Mitsubishi PDF Versão para impressão
A construtora automóvel francesa PSA Peugeot Citroen está a analisar uma aliança com a japonesa Mitsubishi, com quem já produziu em conjunto um veículo eléctrico, noticiou hoje o jornal francês La Tribune.
O jornal afirma que o líder da PSA, Philippe Varin, estará a analisar a realização de uma nova parceria, uma vez que as duas construtoras já operam em conjunto na Rússia.

O jornal refere que a eventual parceria entre a Peugeot e a Mitsubishi seria "técnica e geograficamente ideal".

A possibilidade desta aliança impulsionou as negociações dos títulos da PSA Peugeot Citroen na bolsa de Paris, com os títulos a valorizarem 6,57% para os 19,87 euros por acção.
Segundo o analista Guillaume Angue, da CM-CIC securities, ouvido pela agência noticiosa France Press, o objectivo do negócio poderá passar por uma maior internacionalização do grupo e pelo fortalecimento da sua presença nos mercados emergentes, considerando que esta aliança é "provável".

Actualmente, 66% dos veículos vendidos pela PSA Peugeot Citroen são escoados nos mercados europeus.

Diário Digital / Lusa
 
A Peugeot no 63º Salão de Frankfurt PDF Versão para impressão
Por ocasião desta nova edição do Salão Automóvel de Frankfurt, a Peugeot pretende demonstrar mais uma vez o seu envolvimento e a sua capacidade de conciliar emoção automóvel, eficácia ambiental e visão para a mobilidade de amanhã.

Elegância, criatividade, performances tecnológicas, inovação conceptual: atributos expressos pelas 32 viaturas de série, concept cars e demonstradores dispostos numa área de exposição de 2. 900 m2.


Peugeot, líder ambiental

Este acontecimento outonal da indústria automóvel constitui para a Peugeot uma ocasião para reafirmar a sua vontade de colocar a diminuição dos consumos e das emissões de CO2 no centro da sua política de Produto: propor hoje uma oferta atractiva, competitiva e com reduzido impacto ecológico, e preparar o futuro através de uma tecnologia de ruptura.

Esta vontade é ilustrada por dois concept cars presentes no espaço de exposição da Peugeot em Frankfurt como novidade mundial: o 3008 HYbrid4, que prefigura o modelo de série cujo lançamento está previsto para a Primavera de 2011, e o estudo RCZ HYbrid4, com o qual a Marca propõe uma síntese entre performances e respeito pelo ambiente.




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Grupo PSA congela o desenvolvimento dos sucessores dos seus topos de gama PDF Versão para impressão
Grupo PSA congela o desenvolvimento dos sucessores dos seus topos de gama - Peugeot 607 e Citroen C6. No caso da Peugeot seria um veiculo do género do Passat CC e Mercedes CLS. A Citroen vai apostar na sua recém criada série DS e lançar o DS5.
Em tempos os topo de gama franceses foram bastante populares e a escolha de muitos clientes desse segmento. Hoje em dia a concorrência germanica (Audi, BMW e Mercedes) e a crise instalada no sector obrigaram os construtores generalistas a repensar a sua estratégia para os segmento superiores.

in: autofoco
 
RCZ - O sonho torna-se realidade PDF Versão para impressão
No último Salão de Frankfurt, em Setembro de 2007, a Peugeot revelou um concep-car ao qual ninguém ficou indiferente: o concept 308 RCZ.
Perante a reacção muito positiva ao concept, a ideia de dar-lhe vida comercial tornou-se muito rapidamente uma evidência, e o anúncio da sua produção aconteceu no Salão Automóvel de Lisboa, no ano passado.


No entanto, para fazer esta passagem do sonho à realidade foi necessária uma grande determinação, uma verdadeira audácia e muita capacidade inventiva.
Estilistas e engenheiros trabalharam juntos para que o conjunto das prestações do veículo estivesse ao nível daquilo que este evoca exteriormente.
Se a primeira intenção foi conservar o espírito de estilo do concept, apesar do desafio que constitui a integração de todos os constrangimentos de fabrico e comercialização, a aposta foi ainda mais longe. De facto, foram definidos objectivos muito ambiciosos em termos de sensação de condução e de qualidade de realização, para dotar este automóvel de uma identidade própria extremamente forte.
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