Almofada que se insufla numa fracção de segundo em caso de acidente, surgindo entre o corpo do ocupante do veiculo e a estrutura interna do próprio veículo, com o objectivo de evitar lesões graves. Há-os frontais, laterais e de cortina (para a cabeça). Uma vez cumprida a sua missão a almofada torna a esvaziar-se em décimos de segundo. A bolsa insufla-se com um gás inócuo gerado pela combustão de um explosivo. Mas o gás que enche a almofada também pode ser lançado por um recipiente de gás pressurizado. Os primeiros airbags da historia do automóvel eram só para o condutor, e tinham a tarefa de evitar que pudesse ser projectado contra o volante e evitar quaisquer tipos de ferimentos. Mais tarde, esta medida foi extensível ao passageiro, com uma almofada de tamanho muito maior. A protecção contra os choques laterais chegou posteriormente com almofadas que entram em acção para proteger a zona do tórax, e existem tanto nos bancos dianteiros como nos traseiros. As últimas aplicações protegem também a cabeça de embates laterais. Para o futuro já se fala em airbags que protejam também os pés.
| Airbags de cortina: |
De grandes dimensões. Esta última geração de airbags tipo cortina proporciona protecção adicional aos ocupantes dos bancos dianteiros e dos dos lugares das extremidades do banco traseiro. Em 25 a 30 milésimos de segundo desdobram-se, formando uma cortina ao longo de toda a parte interior lateral do veículo. Deste modo, em caso de colisão lateral, os airbags protegem a cabeça dos ocupantes, reduzindo simultaneamente o risco de ferimentos provocados por estilhaços de vidro.
Airbag com detector de intensidade do impacto: Existem airbags que entram em funcionamento com maior ou menor intensidade em função da gravidade do acidente, para evitar que ao ser accionado, o sistema possa provocar feridas em choques de menor intensidade. Estudos apontam o disparo dos airbags como ofensivo para os ocupantes do veículo e a causa de algumas lesões.
AIRMATIC: Suspensão pneumática com controlo automático da regulação.
AIRMATIC DC: (Dual Control) Suspensão pneumática com dupla regulação.
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| Alimentação |
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Conjunto de elementos que têm como função fornecer o combustível e o ar ao motor. Nos motores de combustão - a gasolina - o sistema de alimentação encarrega-se de realizar a mistura ar-combustível antes de entrar na câmara de combustão. Nos motores de compressão - a gasóleo - o sistema de alimentação introduz, por um lado, ar puro no cilindro, e por outro, o combustível fazendo a mistura na câmara de combustão. Nos motores a gasolina utiliza um carburador nos mais antigos e uma injecção nos mais modernos. Nos diesel utiliza sempre injectores.
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| Alternador: |
Elemento que gera a corrente eléctrica (alterna) necessária ao funcionamento do veículo e à recarga da bateria. É accionado através de uma correia ligada ao veio da cambota.
ALB: (Automatic Load-sensitive Braking force metering) Sistema de auxílio à força de travagem.
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| Amortecedor: |
Elemento mecânico de características elástica que faz parte da suspensão. Tem como função absorver as forças de impacto da roda com as irregularidades do piso e controlar o movimento oscilatório da carroçaria provocado pelas molas. Tem alta influência no comportamento do veículo e na segurança. Costuma existir um por cada roda. Podem ser Hidráulicos (a óleo), pneumáticos (a gás) ou mistos.
| Amortecimento, Controlo Contínuo do (CDC): |
De Continuous Damping Control. No passado, este sistema era instalado apenas em automóveis da classe de luxo e carros desportivos exclusivos. Graças ao sistema CDC, os amortecedores reagem em tempo real às variações da superfície da estrada ou do estilo de condução e adaptam-se às condições predominantes, o que significa igualmente distâncias de paragem mais curtas em estradas de superfície irregular. |
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| Antipatinagem: |
| Dispositivo encarregue de reduzir a patinagem das rodas motrizes por excesso de motricidade aplicada em relação à aderência existente. Alguns actuam travando a roda que patina. Outro actuam sobre a quantidade de mistura que entra nos cilindros. Existem ainda outros que combinam ambos os dispositivos. |
| Aquaplanning: |
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Fenómeno que é produzido quando os rasgos dos pneus são incapazes de evacuar a água que se interpõe entre o pneu e o solo. Como consequência o pneu perde o contacto directo com o solo, desaparecendo a aderência e dando origem ao aquaplanning. Esta situação pode acontecer em diversas circunstâncias: quando o pneu está gasto e sem condições de utilização ou quando se entra num lençol de água a grande velocidade. Não se pode confundir o aquaplanning com a aderência da borracha do pneu em asfalto seco ou molhado. Quando se produz o aquaplanning, a roda não está em contacto com o asfalto, é mais ou menos o efeito de uma prancha de surf sobre uma onda, ou seja a aderência é praticamente nula.
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| Ar condicionado: |
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Este dispositivo permite refrescar o ar dentro do habitáculo, através de um circuito de refrigeração. Ao refrescar o ar, a humidade existente condensa-se e desaparece. No Inverno transforma-se num sistema de aquecimento eficaz. Os fabricantes recomendam ligar com alguma regularidade o ar condicionado, inclusivé no Inverno, para evitar que as juntas do circuito fiquem ressequidas e possam assim aparecer fugas de anti-congelante.
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| Ar, Coeficiente de resistência ao (ou CX): |
O mesmo que CX. Valor que define a aerodinâmica da configuração do automóvel. Quanto mais baixo for o CX melhor. Um CX de 0.28 pode considerar-se bastante bom.
| Ar, Resistência ao: |
| Medição da facilidade com que um corpo se desloca através do ar. É calculada multiplicando o coeficiente de resistência ao ar cw pela superfície frontal A. |
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| Árvore de cames: |
| O mesmo que o veio de excêntricos. peça rotativa colocada na cabeça do motor (nos mais antigos pode estar no bloco) encarregue de accionar as vávulas através de excêntricos. É accionado pela cambota através de uma correia ou corrente. |
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| Árvore de cames contra-rotativos: |
| O mesmo que veios de equilíbrio. são veios rotativos de carácter simétrico que que giram no sentido inverso da cambota, cuja finalidade é anular as vibrações provocadas pelo funcionamento do motor. |
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Atrelado, Programa de Estabilidade do (TSP):
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De Trailer Stability Program. Este sistema monitoriza a velocidade de balanceamento do conjunto automóvel-atrelado. Se algum dos limites de velocidade for excedido, o automóvel abranda através da desaceleração do motor e da aplicação dos travões, até a estabilidade ser recuperada.
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ASC: (Automatic Stability Control) Controlo de estabilidade. Detecta qualquer perda de controlo da viatura corrigindo-a e corta, inclusive, a propulsão do motor, para que a viatura siga a direcção indicada pelo volante.
Assistência à travagem de emergência: Sub-função do servo-freio que aplica automaticamente a potência máxima de travagem quando o condutor carrega bruscamente no pedal do travão. Pretende complementar a reacção do condutor comum, que numa situação de perigo tende a pisar o travão com rapidez mas não com a força apropriada.
Assistência da direcção: Conjunto de elementos que têm como finalidade reduzir o esforço necessário para rodar o volante. É habitualmente composta por um circuito hidráulico animado pelo motor principal, havendo cada vez mais recurso à assistência por motor eléctrico.
Assistência de travagem
Conjunto de elementos que têm como finalidade multiplicar o esforço exercido no pedal do travão, tornando a travagem mais eficaz e fácil de dosear. Sistema habitualmente hidráulico. Também pode designar-se por servo-freio.
ATTS: (Active Torque Transfer System) Dispositivo utilizado em veículos 4x4, que transfere o binário do eixo traseiro para o eixo dianteiro quando sente perda de motricidade.
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AUC: Controlo da qualidade do ar libertado pelo sistema de climatização (BMW).
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Autoblocante:
Componente mecânico presente em alguns diferenciais que evita a perda de binário através da roda que perdeu aderência. No fundo, o autoblocante anula a função básica do diferencial, bloqueando-o quando as condições do piso o exigem.
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