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Cabeça do motor: Nível superior do motor, acoplado acima do bloco e onde estão as válvulas de admissão e escape, balanceiros e árvores de cames.
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Cabrio / CC: Carroçaria aberta, em geral descapotável, com uma capota, derivada de uma berlina ou de um coupé.
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Caixa sequencial: Denomina-se sequencial, às passagens de caixa manuais, mas em lugar de se engrenar as relações na tradicional forma H, basta mover a alavanca da caixa numa sequência longitudinal, para a frente e para trás. Também são consideradas caixas sequenciais, as velocidades manuais accionadas por botões sobre o volante (Tiptronic).
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Camber: Ângulo de inclinação da roda em relação à linha vertical quando vista de frente. Se a superfície inferior do pneu se encontra mais afastada da carroçaria do que a superfície superior do mesmo, o camber está negativo. Na situação contrária o camber é positivo.
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CAN: (Controlled Area Network) Circuito utilizado para a transmissão digital de dados.
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Carroçaria: Parte do veículo habitualmente destinada aos ocupantes e à carga. Parte visível da viatura. Corpo do veículo.
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Caster: Ângulo existente entre o eixo vertical da roda e o eixo de rotação desta.
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Catalizador: Está situado no interior do tubo de escape, recondiciona os gases produzidos na combustão. No catalisador, os gases combinam-se quimicamente e saem para a atmosfera outros menos nocivos, como se a combustão tivesse sido perfeita. Este elemento é obrigatório em todos os veículos a gasolina. Mas a gasolina com chumbo - a tradicional super - desactiva a acção do catalisador. Nos motores Diesel também se utilizam os catalisadores, com menos funções e sem a regulação electrónica necessária aos motores a gasolina.
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CBC: (Cornering Braking Control) Sistema de controlo de travagem em curva. (BMW)
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CDI: Diesel de injecção directa "common-rail". Sigla utilizada pela Mercedes para designar estes motores.
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Chassis: É composto pelo motor, suspensão, rodas, travões e direcção assentes sobre a plataforma.
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Cilindrada: Volume geométrico dos cilindros ocupado pelo conjunto de pistões. Permite saber a capacidade de esforço que o motor pode desenvolver.
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Cintos de segurança com limitadores de esforço: Em colisões de alguma gravidade, o cinto de segurança pode causar forte pressão sobre o tórax. Quando um cinto de segurança atinge uma determinada pressão, é possível diminui-la ligeiramente, mediante um dispositivo para o efeito, pois nessa altura o airbag já terá actuado e será capaz de reter o ocupante. Com todos estes mecanismos de segurança, que actuam no decorrer de uma colisão, reduz-se o risco de lesões provocadas pelo sistema de retenção com toda a eficácia necessária. Para que a actuação do cinto de segurança seja eficaz, é necessário colocar o cinto de maneira correcta e de forma a que o ocupante fique o mais "agarrado" possível à estrutura do veículo, através do banco. Isto é possível devido à inclusão dos referidos tensores de esforço. Common-Rail - É uma das mais recentes tecnologias no mundo dos motores Diesel. Modular, necessita de alterações pouco dispendiosas para que o construtor o possa incorporar em motores já existentes. Em vez das tradicionais bombas, este sistema funciona alimentando um acumulador até que a pressão do gasóleo alcance os 1.350 Bar. Os injectores "alimentam-se" desta reserva de gasóleo a alta pressão. Porque funciona a uma pressão constante e não precisa de gerar essa pressão a cada vez que o injector a pede, o sistema é mais silencioso que o das bombas tradicionais. Como existe uma reserva continua, podem realizar-se pequenas injecções de gasóleo, à medida das necessidades do motor, reduzindo desta maneira o nível de ruídos, consumo e emissões de gases. É também conhecido por sistema de rampa comum.
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Climatização: O mesmo que ar condicionado.
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Climatização automática: Sistema de ar condicionado em que o aquecimento/arrefecimento do habitáculo são comandados automaticamente. O utilizador só tem que controlar a temperatura que deseja.
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Coeficiente de resistência ao ar: Valor que define a aerodinâmica da configuração do automóvel. Quanto mais baixo for o cx, melhor. Um cx de 0.28 pode considerar-se bastante bom.
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Colector de admissão: Tubagem encarregue de direccionar o ar para os cilindros do motor.
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Colector de escape: Tubagem que faz parte integrante da linha de escape e encarregue de direccionar os gases de escape imediatamente à saída do motor para o catalisador ou silenciador mais próximo.
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Compensador de ralenti: Forças externas podem resultar no aumento ou diminuição do regime do ralenti. O compensador actua de forma a estabilizar e manter o regime de ralenti a um nível pré-definido.
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Controlo de travagem em curva: É uma evolução do sistema de ABS, capaz de detectar, se ao travar em curva há o risco de derrapagem ou da perda de aderência do trem traseiro do veículo. Tem variadas denominações consoante as marcas - ESBS na Seat, CBC na BMW, etc - pode ajustar, durante uma travagem, a intensidade do travão sobre cada roda para evitar os desequilíbrios já mencionados.
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Controlo electrónico de estabilidade: É um sistema totalmente automático encarregue de avaliar se o veículo é capaz de efectuar a trajectória que o condutor pretende quando está ao volante. Em caso negativo, o sistema é capaz de actuar sobre o acelerador, mas também sobre o sistema de travagem em cada uma das rodas de forma independente, tentando aproveitar toda a aderência disponível para efectuar a trajectória pretendida pelo condutor. Este sistema deriva também do ABS, e tem capacidade instantânea de anular a tendência sub e sobreviradora do veículo. No primeiro caso, o sistema irá travar automaticamente a roda traseira interior à curva para garantir a plena trajectória do veículo. Se o veículo derrapa, o sistema pode compensar travando a roda dianteira interior. Caso o condutor esteja a travar, o sistema encarrega-se de modificar adequadamente a força de travagem em cada roda para levar o carro a bom porto... sempre dentro do permitido pelas leis da física. Em geral este sistema denomina-se ESP, mas alguns construtores chamam-lhe DCS, Stabilitytrak, etc.
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Corte de injecção: Dispositivo de protecção do motor para evitar excesso de rotação. A partir de umas rotações de motor preestabelecidas (normalmente na zona vermelha do conta-rotações), deixa de se administrar combustível de modo a evitar o aumento de velocidade e de rotações. Segundo o caso, as consequências podem ir de uma desaceleração brusca a um suave limite na aceleração. Este dispositivo não evita um possível excesso de rotações provocado por uma redução mal feita.
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Coupé: Originalmente denominado por um veículo "cortado" a partir dos lugares dianteiros, actualmente pode ser um veículo de cinco lugares e sempre com duas portas. A maioria dos construtores utilizam os coupés para as versões mais desportivas.
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CPU: (Center Processing Unit) Computador central ao qual estão ligados os vários sistemas e dispositivos do automóvel.
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Crash box: Caixa de colisão. Elemento situado entre as barras transversais dos pára-choques e a carroçaria. Concebido deforma a evitar danos mais dispendiosos nas peças de apoio. A caixa de colisão é aparafusada e pode ser facilmente substituída sem custos elevados.
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Crash-test: Ensaio de colisão com um veiculo. Existem muitos ensaios regularizados, mas nem todos são obrigatórios para a homologação de um veiculo. Estes ensaios realizam-se com uns manequins no interior dos veículos -denominados "dummies"- capazes de registar também os danos biomecânicos sofridos pelos ocupantes durante a colisão. Estes testes já permitiram salvar muitas vidas.
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Cruise-control: Sistema capaz de manter de forma constante uma velocidade pré-estabelecida. O automóvel acelera automaticamente numa subida e "levanta o pé" numa situação de descida acentuada. Já existem automóveis no mercado que vão mais além, sendo capazes de manter a velocidade desejada, mas ajustando-a conforme as condições do trânsito. Vários radares encarregam-se de "ver" o terreno á frente do carro e de acelerar - ou travar - automaticamente quando um automóvel mais lento se atravessa no seu caminho. Quando o obstáculo desaparece, retoma automaticamente a velocidade pré-definida.
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CSA: (Crash Severity Algorithm) Programa de cálculo existente na centralina que calcula o tempo e a força do impacto em caso de acidente.
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CSC: (Cornering Stability Control) Como ESP.
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Curso: Chama-se curso à distância que é intermédia entre um pistão e cada um dos tempos do motor, e que é igual, à distância existente entre o ponto morto superior e ponto morto inferior. A sua dimensão é expressa em milímetros. Em conjunto com o diâmetro, define o volume movimentado por cada um dos pistões.
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CVCC:(Completely Vortex Combustion Chamber) Câmara de combustão de carga estratificada introduzida pela Honda em 1992.
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CVT: (Continuously Variable Transmission) Caixa de velocidades de variação continua. Este tipo de transmissão oferece um número infinito de ralações de caixa.
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CVTC:(Camshaft Variable Timing Control) Sistema de abertura das válvulas variável. Designação utilizada pela Nissan.
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