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Faróis de superfície livre: Em lugar da parábola para dirigir o feixe de luz e do cristal para lhe dar a forma, os faróis mais complexos não dispõem de um reflector em forma de parábola e o cristal pode ser substituído por um simples plástico transparente. Um computador encarrega-se de desenhar, ponto por ponto, uma curvatura adequada para conseguir o feixe de luz apropriado. Na teoria, esta técnica permite um maior rendimento luminoso e uma resistência maior à ruptura no caso do plástico.
Faróis de xénon: Em vez das lâmpadas convencionais, os faróis de xénon utilizam o mesmo princípio de iluminação das lâmpadas fluorescentes para proporcionar uma luz branca-azulada, muito homogénea e de grande potência. Em substituição do filamento incandescente, estas lâmpadas têm dentro um gás nobre - denominado xénon - através do qual se efectua uma descarga eléctrica. Não funcionam com os habituais 12 volts, mas precisam de transformadores para conseguir gerar tensões de trabalho acima dos 20.000 volts. O seu principal inconveniente consiste num ligeiro atraso até os faróis acenderem completamente, semelhante ao das lâmpadas fluorescentes de uso doméstico. Pelo seu elevado poder de iluminação, precisam de um sofisticado sistema de correcção de altura, feito através de motores eléctricos, que actuam em centésimos de segundo para evitar encadeamentos com os movimentos da carroçaria.
Faróis elipsoidais: Em vez da parábola convencional, estes faróis compactos têm uma lente em frente da lâmpada para dirigir e concentrar adequadamente o feixe de luz. Para evitar dispersões de luz, que poderiam encadear os outros condutores, surge uma máscara, que provoca o característico corte horizontal na luz emitida por estes faróis.
Filtro de partículas: Um dos maiores inconvenientes dos motores Diesel, inexistente nos motores a gasolina, é a presença de partículas sólidas no escape. Estas partículas, o tradicional fumo negro visível, enfrentam uma regulamentação cada vez mais restrita. O grupo PSA lançou o primeiro sistema de filtragem de partículas, a serem queimadas no catalisador depois de se juntar ao combustível um aditivo que reduz a temperatura do início da combustão das mesmas. Existe um outro filtro de partículas e de polén que impede a entrada destes no habitáculo, assim como de maus odores.
FAP: (Filtre à particules) Filtro de partículas. Utilizado pelo Grupo PSA nos seus motores Turbodiesel. Situado antes do catalizador, retém e "destrói" as partículas de carbono e hidrocarburantes que não foram queimadas na combustão, regenerando-se activamente.
Follow-me-Home: Integrado nos sistemas de segurança, este dispositivo permite que os faróis continuem ligados durante 30 segundos depois de se ter desligado o motor, providenciando luz que «acompanha» o(s) ocupante(s) até ao seu local de destino em zonas pouco iluminadas.
Fuel cells: Sistema que gera energia eléctrica ao misturar-se hidrogénio com oxigénio. As fuel cells podem vir a substituir as baterias na fonte de alimentação nos veículos eléctricos.
Fusível: Dispositivo de segurança que protege as instalações eléctricas dos efeitos de uma corrente eléctrica excessiva . O fusível é normalmente composto por um fio metálico fino que se funde devido à alta corrente interrompendo o circuito.
FWD (Front Wheel Drive): Designação dum veículo com tracção dianteira.
FPS: (Fire Protection System) Sistema que interrompe automaticamente o fornecimento de combustível em caso de incêndio.
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Filtro anti-pólen:
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Filtro existente no sistema de ventilação de alguns veículos destinado a filtrar o ar que entra no habitáculo.
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