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Índice de octanas: Índice pelo qual se mede a resistência de um combustível a inflamar-se espontaneamente. Quanto maior o número de octanas, menor é a tendência para se autoinflamar. Tem grande importância nos motores a gasolina, pois um motor só funciona adequadamente quando a inflamação se produz no momento exacto para que foi desenhado - quando salta a faísca da vela - e não de modo incontrolado. Existem dois índices - RON e MON -, segundo o procedimento empregue no ensaio. Tradicionalmente, conseguem-se altos índices de octanas nas gasolinas mediante a adição de compostos orgânicos com chumbo, mas a sua incompatibilidade com os catalisadores obrigou ao seu desaparecimento nos tempos mais recentes. O número de octanas nas gasolinas sem chumbo aumenta-se mediante tratamentos de refinaria e de aditivações.
Injecção directa: Sistema de alimentação no qual o fornecimento de combustível se realiza mediante injectores na própria câmara de combustão. Precisa de trabalhar com bombas de injecção de alta pressão para aproveitar ao máximo cada gota de combustível, para que estes motores ofereçam consumos extremamente reduzidos. Nos motores Diesel, as vantagens de rendimento chegam aos 30%, enquanto que nos motores a gasolina raramente chegam a atingir os 10 por cento. Na actualidade, a injecção directa consolidou-se nos motores Diesel.
Injecção indirecta: Sistema de alimentação no qual o fornecimento de combustível se realiza mediante injectores numa câmara auxiliar, independente da câmara de combustão ou no colector de admissão (no caso dos motores a gasolina).
Injecção monoponto: Denominação que se dá aos sistemas de alimentação de motores a gasolina constituído por um só injector, que alimenta todos os cilindros. Estes sistemas dominaram o mercado na fase de transição entre os carburadores e a injecção electrónica. Encontram-se em fase de extinção, uma vez que são menos eficientes que os sistemas de injecção multiponto.
Injecção multiponto: Sistema de alimentação presente nos motores a gasolina, que consiste em ter um injector por cada cilindro. Com isto consegue-se uma injecção precisa, o que se traduz num funcionamento do motor mais suave e regular, com menos consumos.
Intercooler: Emprega-se este termo para identificar um radiador que arrefece o ar da admissão em motores turbocomprimidos. Nestes motores o ar aquece, devido à compressão a que é sujeito, baixando a densidade e o seu conteúdo de oxigénio, o que diminui o possível incremento de potência devido à sobrealimentação. O intercooler arrefece este ar depois de comprimido para obter o máximo de partido da sobrealimentação do motor.
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Injecção, Corte da:
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O mesmo que limitador. É um elemento de protecção do motor que evita que este atinja rotações excessivas cortando-lhe a alimentação. O limitador tem o efeito de provocar algo parecido com um soluçar do motor. O sistema de corte de injecção não consegue evitar sobre-regimes provocados por reduções de caixa exageradas.
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IDE: (Injection Directe d`Essence) Denominação dada pela Renault aos motores de injecção directa a gasolina.
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IMA: (Integrated Motor Assist) Sistema de propulsão híbrida termo-eléctrica utilizada pela Honda inicialmente no modelo Insight e mais recentemente no Civic.
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Ignição:
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Nos motores a gasolina a combustão da mistura carburante é activada através da faísca emitida por uma vela. É o sistema de ignição que controla o momento exacto em que a faísca é dada. O sistema de ignição engloba as velas assim como uma central electrónica que controla a emissão da faísca. O momento em que a faísca se dá depende da velocidade do motor, da posição do pedal do acelerador assim como da temperatura do motor.
| ISOFIX: |
| Sistema de segurança para cadeiras de bebés e crianças que consiste numa ligação mais eficaz da cadeira à viatura através de fixações normalizadas implantadas no banco traseiro |
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